Portugal é um computador pequeno. Governado pela exclusão de partes. A oposição tem uma primeira fila do tempo da outra senhora. E nas filas de trás, a oposição bem que pode berrar e espernear, da esquerda à direita, porque de tão atrás estar na fila da oposição, o ruído não chega ao destinatário. Por mais que pressionem o botão do volume.
Portugal é um homem comprado, um banco de amigos. É um espelho partido. É relvado e campo de bola, um gritante apito final. É o barulho do giz na ardósia. E como ele, Portugal incomoda, mas no fim sobra só o pó que se sopra para o lado.
Portugal é um surdo e vê mal. Está para aqui moribunbo. E o pior é que já não se lembra; nem sequer de quantas teclas são precisas para fazer… re-start.